Tudo tem a ver...
Samba com carnaval,
futebol com televisão,
flores com a primavera
e calor com o verão.
Mas nada tem a ver
matança e poluição,
queimada e desmatamento,
dor e sofrimento,
sangue e destruição.
Em todo lugar existe natureza,
mas nem todos os lugares,
está com sua beleza,
está destruída,
feia e sem vida.
Nós fazemos parte,
do meio ambiente,
se a destruirmos,
também seremos destruídos.
Se quisermos sobreviver,
teremos que proteger.
Não polua o meio ambiente,
E viva a vida mais contente!
Não desmatar,
e não poluir,
um pouco dessa dor,
teremos que sentir.
-Danielly de Morais
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Se eu fosse...
Se eu fosse um mágico, seria um realizador de sonhos. Eu expressaria o poder de realização em cada ser humano.
Se eu fosse um guerreiro, seria um incansável conquistador da beleza que existe em cada um. Eu expressaria o poder de saber que somos filhos de Deus e herdeiros de toda sua criação.
Se eu fosse um artista, pintaria de luz as sombras escuras que povoam nossas mentes. Eu expressaria o brilho que existe nos olhos das crianças, que com o tempo insistimos em apagar.
Se eu fosse um poeta, escreveria cada página de vida começando com um sorriso. Eu expressaria a todos que a vida é uma página em branco que Deus nos deu, à espera das palavras que vamos nela colocar.
Se eu fosse um arquiteto, construiria um templo íntimo dentro de cada pessoa, onde ela pudesse ser amada por si mesma. Eu expressaria a importância da auto-construção consciente a cada dia, aumentando os tijolos do amor e da caridade.
No final descubro que sou eu mesmo, aqui e agora, que posso realizar meus sonhos, que posso iluminar minhas idéias sombrias, que posso escrever o meu destino e, que posso construir meu tempo pessoal crescendo a cada dia e, com tudo isso buscar por meio do exemplo do amor e da caridade, contribuir também com seu crescimento.
Lembrando sempre que a diferença entre ter felicidade e ser feliz, não está nas conquistas e sim, também no caminho que nos leva até ela. A verdadeira felicidade é um caminho, não um destino, permita-se vivê-la aqui e agora.
Besu.
Se eu fosse um guerreiro, seria um incansável conquistador da beleza que existe em cada um. Eu expressaria o poder de saber que somos filhos de Deus e herdeiros de toda sua criação.
Se eu fosse um artista, pintaria de luz as sombras escuras que povoam nossas mentes. Eu expressaria o brilho que existe nos olhos das crianças, que com o tempo insistimos em apagar.
Se eu fosse um poeta, escreveria cada página de vida começando com um sorriso. Eu expressaria a todos que a vida é uma página em branco que Deus nos deu, à espera das palavras que vamos nela colocar.
Se eu fosse um arquiteto, construiria um templo íntimo dentro de cada pessoa, onde ela pudesse ser amada por si mesma. Eu expressaria a importância da auto-construção consciente a cada dia, aumentando os tijolos do amor e da caridade.
No final descubro que sou eu mesmo, aqui e agora, que posso realizar meus sonhos, que posso iluminar minhas idéias sombrias, que posso escrever o meu destino e, que posso construir meu tempo pessoal crescendo a cada dia e, com tudo isso buscar por meio do exemplo do amor e da caridade, contribuir também com seu crescimento.
Lembrando sempre que a diferença entre ter felicidade e ser feliz, não está nas conquistas e sim, também no caminho que nos leva até ela. A verdadeira felicidade é um caminho, não um destino, permita-se vivê-la aqui e agora.
Besu.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A Última Flor
...
A décima segunda guerra mundial, como todos sabem, trouxe o colapso da civilização.
Vilas, aldeias e cidades desapareceram da terra. Todos os jardins e todas as florestas foram destruídas. E todas as obras de arte.
Homens, mulheres e crianças tomaram-se inferiores aos animais mais inferiores.
Desanimados e desiludidos, os cães abandonaram os donos decaídos.
Encorajados pela pesarosa condição dos antigos senhores do mundo, os coelhos caíram sobre eles.
Livros, pinturas e música desapareceram da terra e os seres humanos ficavam sem fazer nada, olhando no vazio. Anos e anos se passaram.
Os poucos sobreviventes militares tinham esquecido o que a última guerra havia decidido.
Os rapazes e as moças apenas se olhavam indiferentemente, pois o amor abandonara a terra.
Um dia uma jovem, que nunca tinha visto uma flor, encontrou por acaso a última que havia no mundo. Ela contou aos outros seres humanos que a última flor estava morrendo. O único que prestou atenção foi um rapaz que ela encontrou andando por ali. Juntos, os dois alimentaram a flor e ela começou a viver novamente...
Um dia uma abelha visitou a flor. E um colibri. E logo havia duas flores, e logo quatro, e logo uma porção de flores. Os jardins e as florestas cresceram novamente. A moça começou a se interessar pela própria aparência. O rapaz descobriu que era muito agradável passar a mão na moça. E o amor renasceu para o mundo.
Os seus filhos cresceram saudáveis e fortes e aprenderam a rir e brincar. Os cães retornaram do exílio. Colocando uma pedra em cima de outra pedra, o jovem descobriu como fazer um abrigo. E imediatamente todos começaram a construir abrigos. Vilas, aldeias e cidades surgiram em toda parte. E a canção voltou para o mundo. Surgiram trovadores e malabaristas alfaiates e sapateiros pintores e poetas escultores e ferreiros e soldados e soldados e soldados e soldados e soldados e tenentes e capitães e coronéis e generais e líderes!
Algumas pessoas tinham ido viver num lugar, outras em outro. Mas logo as que tinham ido viver na planície desejavam ter ido viver na montanha. E os que tinham escolhido a montanha preferiam a planície. Os líderes, sob a inspiração de Deus, puseram fogo ao descontentamento.
E assim o mundo estava novamente em guerra. Desta vez a destruição foi tão completa que absolutamente nada restou no mundo...
Exceto um homem. Uma mulher. E uma flor.
- James Thurber
A décima segunda guerra mundial, como todos sabem, trouxe o colapso da civilização.
Vilas, aldeias e cidades desapareceram da terra. Todos os jardins e todas as florestas foram destruídas. E todas as obras de arte.
Homens, mulheres e crianças tomaram-se inferiores aos animais mais inferiores.
Desanimados e desiludidos, os cães abandonaram os donos decaídos.
Encorajados pela pesarosa condição dos antigos senhores do mundo, os coelhos caíram sobre eles.
Livros, pinturas e música desapareceram da terra e os seres humanos ficavam sem fazer nada, olhando no vazio. Anos e anos se passaram.
Os poucos sobreviventes militares tinham esquecido o que a última guerra havia decidido.
Os rapazes e as moças apenas se olhavam indiferentemente, pois o amor abandonara a terra.
Um dia uma jovem, que nunca tinha visto uma flor, encontrou por acaso a última que havia no mundo. Ela contou aos outros seres humanos que a última flor estava morrendo. O único que prestou atenção foi um rapaz que ela encontrou andando por ali. Juntos, os dois alimentaram a flor e ela começou a viver novamente...
Um dia uma abelha visitou a flor. E um colibri. E logo havia duas flores, e logo quatro, e logo uma porção de flores. Os jardins e as florestas cresceram novamente. A moça começou a se interessar pela própria aparência. O rapaz descobriu que era muito agradável passar a mão na moça. E o amor renasceu para o mundo.
Os seus filhos cresceram saudáveis e fortes e aprenderam a rir e brincar. Os cães retornaram do exílio. Colocando uma pedra em cima de outra pedra, o jovem descobriu como fazer um abrigo. E imediatamente todos começaram a construir abrigos. Vilas, aldeias e cidades surgiram em toda parte. E a canção voltou para o mundo. Surgiram trovadores e malabaristas alfaiates e sapateiros pintores e poetas escultores e ferreiros e soldados e soldados e soldados e soldados e soldados e tenentes e capitães e coronéis e generais e líderes!
Algumas pessoas tinham ido viver num lugar, outras em outro. Mas logo as que tinham ido viver na planície desejavam ter ido viver na montanha. E os que tinham escolhido a montanha preferiam a planície. Os líderes, sob a inspiração de Deus, puseram fogo ao descontentamento.
E assim o mundo estava novamente em guerra. Desta vez a destruição foi tão completa que absolutamente nada restou no mundo...
Exceto um homem. Uma mulher. E uma flor.
- James Thurber
sábado, 8 de outubro de 2011
Floresta Amazônica
A natureza para sempre a fez:
ouro verde deste planeta azul.
Selva de incomparável riqueza e
tão esplendorosa de norte a sul.
Com sabedoria foi plantada
pelas mãos do nosso Criador.
Um manto verde que oferta
ao grande mundo, gracioso valor
para a imensa e eterna biosfera.
Observe os rios, insetos e animais
nas matas com um jardim de lindas
flores das árvores e relvas naturais.
A maior floresta tropical do mundo
pode se tornar a nossa dispneia,
ao sofrer com a ação do homem
fixado na sua velha ideia...
De destruir a biodiversidade, que o
instinto humano sempre conserva,
ao cuidar das matas, rios, lagos
e também da natural reserva.
Até quando será o nosso viver,
na busca dos sonhados dias ditosos.
Sem as queimadas devastadoras
e os desmatamentos impiedosos.
Lutemos enquanto é tempo para
curar a nossa grande cegueira.
Para que possamos enxergar o belo.
Olhar para o futuro...
Só muito amor pela vida
e a grande generosidade.
E para o reflorestamento
muita solidariedade...
Para Amazônia Brasileira.
Besu'
ouro verde deste planeta azul.
Selva de incomparável riqueza e
tão esplendorosa de norte a sul.
Com sabedoria foi plantada
pelas mãos do nosso Criador.
Um manto verde que oferta
ao grande mundo, gracioso valor
para a imensa e eterna biosfera.
Observe os rios, insetos e animais
nas matas com um jardim de lindas
flores das árvores e relvas naturais.
A maior floresta tropical do mundo
pode se tornar a nossa dispneia,
ao sofrer com a ação do homem
fixado na sua velha ideia...
De destruir a biodiversidade, que o
instinto humano sempre conserva,
ao cuidar das matas, rios, lagos
e também da natural reserva.
Até quando será o nosso viver,
na busca dos sonhados dias ditosos.
Sem as queimadas devastadoras
e os desmatamentos impiedosos.
Lutemos enquanto é tempo para
curar a nossa grande cegueira.
Para que possamos enxergar o belo.
Olhar para o futuro...
Só muito amor pela vida
e a grande generosidade.
E para o reflorestamento
muita solidariedade...
Para Amazônia Brasileira.
Besu'
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Jogar, Lançar, Colher, Sorrir...
Se eu jogar minhas palavras ao vento, o tempo as colherá.
Se eu jogar minha sorte ao vento, alguém de mim a roubará.
Se eu jogar meu amor ao vento, a solidão me envolverá.
Mas, se eu lançar a Palavra ao vento, o espírito por homens a semeará.
E se eu lançar a minha sorte ao vento, Deus certamente me abençoará.
E se eu lançar o meu amor ao vento, ele será livre para também me amar.
Veja que se jogo eu desprezo, mas se lanço é porque me entrego e se desprezo, então perderei ; mas se lanço, certamente colherei.
Então me lanço todos os dias nessa louca ventania do espírito e renovo minha liberdade e minha alegria de poder amar e ter comigo tantos amores e tantos amigos.
Besu.
Se eu jogar minha sorte ao vento, alguém de mim a roubará.
Se eu jogar meu amor ao vento, a solidão me envolverá.
Mas, se eu lançar a Palavra ao vento, o espírito por homens a semeará.
E se eu lançar a minha sorte ao vento, Deus certamente me abençoará.
E se eu lançar o meu amor ao vento, ele será livre para também me amar.
Veja que se jogo eu desprezo, mas se lanço é porque me entrego e se desprezo, então perderei ; mas se lanço, certamente colherei.
Então me lanço todos os dias nessa louca ventania do espírito e renovo minha liberdade e minha alegria de poder amar e ter comigo tantos amores e tantos amigos.
Besu.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O Constante Diálogo
Há tantos diálogos
Diálogo com o ser amado
o semelhante
o diferente
o indiferente
o oposto
o adversário
o surdo-mudo
o possesso
o irracional
o vegetal
o mineral
o inominado
Diálogo consigo mesmo
com a noite
os astros
os mortos
as ideias
o sonho
o passado
o mais que futuro
Escolhe teu diálogo
e
tua melhor palavra
ou teu melhor silêncio.
Mesmo no silêncio
e com o silêncio
dialogamos.
Carlos Drummond de Andrade, in 'Discurso da Primavera'
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Planeta Água
Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos...
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...
-Guilherme Arantes
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos...
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...
-Guilherme Arantes
domingo, 7 de agosto de 2011
Vamos Contemplar?
Nessa vida de compromissos, de correria, de competição, o tempo todo...
Esquecemos de cuidar da gente... Preocupações, Ansiedade,
Esgotamento mental, Cansaço físico,
deixa a gente acabado...
Temos que nos desligar em algum momento e sair um pouco dessa
roda viva que nos transforma
em praticamente uma máquina, uma máquina de produção!
Quando desaceleramos, conseguimos nos deixar levar para
uma direção aonde não precisamos
ouvir o que não queremos! A mente, a mídia, as pessoas!
Essa é uma atitude de respeito ao nosso corpo... um descanso
merecido a ele e com isso começamos a tratar da alma!
Desacelerando, conseguimos perceber coisas que não havíamos notado.
Sentimos novas sensações, como o contemplar!
Contemplar o sol, contemplar as árvores, contemplar a natureza toda!
Nada ligado ao passado e ao futuro!
Estar presente só no momento e somente contemplar!
Você se renova, se recupera, redobra a sua energia criativa!
Se permite ser gente de novo... Recebe em troca, muita inspiração!
Se sente inteiro outra vez, porque fortaleceu o seu espírito!
Besu
Esquecemos de cuidar da gente... Preocupações, Ansiedade,
Esgotamento mental, Cansaço físico,
deixa a gente acabado...
Temos que nos desligar em algum momento e sair um pouco dessa
roda viva que nos transforma
em praticamente uma máquina, uma máquina de produção!
Quando desaceleramos, conseguimos nos deixar levar para
uma direção aonde não precisamos
ouvir o que não queremos! A mente, a mídia, as pessoas!
Essa é uma atitude de respeito ao nosso corpo... um descanso
merecido a ele e com isso começamos a tratar da alma!
Desacelerando, conseguimos perceber coisas que não havíamos notado.
Sentimos novas sensações, como o contemplar!
Contemplar o sol, contemplar as árvores, contemplar a natureza toda!
Nada ligado ao passado e ao futuro!
Estar presente só no momento e somente contemplar!
Você se renova, se recupera, redobra a sua energia criativa!
Se permite ser gente de novo... Recebe em troca, muita inspiração!
Se sente inteiro outra vez, porque fortaleceu o seu espírito!
Besu
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Amar é mar
Ondas espumam em desenhos no ar,
Harmonia, leveza, pura magia,
Eu rubro barco na costa a remar,
Coração acelerado, em euforia...
Lanço minhas mãos ao clarão solar,
Com os braços abertos e alegria,
Rogo ao Deus e Senhor do meu Altar,
Orientação através de um Anjo-Guia.
Sou uma mortal e pecadora Maria,
A contemplar aqui deste lindo lugar,
Que na tua vida possas me aceitar...
Teu calor aquecer-me a noite fria,
Navegar ao bel prazer do teu mar:
Ah, doce felicidade de amar!...
-Betha Costa.
Harmonia, leveza, pura magia,
Eu rubro barco na costa a remar,
Coração acelerado, em euforia...
Lanço minhas mãos ao clarão solar,
Com os braços abertos e alegria,
Rogo ao Deus e Senhor do meu Altar,
Orientação através de um Anjo-Guia.
Sou uma mortal e pecadora Maria,
A contemplar aqui deste lindo lugar,
Que na tua vida possas me aceitar...
Teu calor aquecer-me a noite fria,
Navegar ao bel prazer do teu mar:
Ah, doce felicidade de amar!...
-Betha Costa.
terça-feira, 5 de julho de 2011
A la brasileira
Um pouco de amor vindo a bem brasileira beijar
Moreno na cor. Temperado com seu desejo forte
Tupiniquim, banhado de lua cheia
É a virgem do mar, adorada sereia negra
Dengosa cunhã. A beleza mais verdadeira
Deusa, Oxum-Maré, a real natureza bela
A feiticeira do olhar tinhoso
Nas volúpias do amor
A morena gostosa
Cheirosa da praia
A guerreira Iracema
Do amor, nuestro amor, abaixo do Equador
É a mulher, bem mulher, a brasileira.
-Lucinha Bastos
Moreno na cor. Temperado com seu desejo forte
Tupiniquim, banhado de lua cheia
É a virgem do mar, adorada sereia negra
Dengosa cunhã. A beleza mais verdadeira
Deusa, Oxum-Maré, a real natureza bela
A feiticeira do olhar tinhoso
Nas volúpias do amor
A morena gostosa
Cheirosa da praia
A guerreira Iracema
Do amor, nuestro amor, abaixo do Equador
É a mulher, bem mulher, a brasileira.
-Lucinha Bastos
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