Tudo é cíclico na natureza!
A semente que brota, cresce, floresce, morre, mas já retorna para a terra naquela partícula que será o começo de outra florada.
A água que evapora, forma nuvens, adquire outras formas, mas retorna chovendo em outras planícies, formando outros lagos.
O fruto que nasce, amadurece, cai e faz nascer nova árvore e novos frutos que nada mais são do que partes dele mesmo.
O homem é criado para florescer, experimentar várias paragens e frutificar...
Por que fugiria o homem a essa regra? Não faz ele também parte da natureza?
Seu crescimento é cíclico, e se engana aquele que acha que o renascimento cíclico é uma volta ao mesmo ponto. Cada volta é uma volta, cada ponto é um novo ponto. Cada vida, é uma nova vida. Mas como a semente, que a cada colheita melhora a qualidade do fruto, retorna e avança o homem rumo a novos "floresceres".
Besu.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Estações do Ano
Pois é uma rosa no jardim
os pássaros a voar
é o tempo de Primavera
é o tempo de encantar
tantas borboletas a voar
as abelhinhas com o mel
andam no céu a esvoaçar
porque essa é a época de florescer
assim como no amor se espera.
Olhando um céu sem sol
também nos faz encantar
as árvores num baloiço
é o Outono a chegar
o vento rodopia as folhas
anda tudo num vai e vem
o vento é malandro
ninguém o detém
seja em qualquer altura
mas é no Outono
que ele tem doce formosura.
Um dia sem sol
e carregado de nuvens escuras
são assim os dias de Inverno
e sem grande beleza
mas são em noites muito escuras que as
estrelas e a lua mais brilham de alegria
as estrelas nos dão sonhos
a lua a companhia.
O céu está azul brilhante
uma criança a sorrir
o sol o mais quente e radiante
é o Verão a sorrir
mas que belo tempo de sonho
deveria ser sempre assim
as pessoas estão nas praia
as rosas no jardim.
E este é o tempo maravilhoso
que dá alegria e muito tempo para sonhar
é que as estações são tão grandes
que dá tempo para tudo se inventar
e eu invento o que quero realizar
construo tudo na minha fantasia
e sobre tudo sonho com muita paz e amor
muita fraternidade era o que eu queria.
Há outros que preferem tirá-las
numa das outras estações
porque primavera verão outono ou inverno
são variadas as razões.
- Blue Heaven
os pássaros a voar
é o tempo de Primavera
é o tempo de encantar
tantas borboletas a voar
as abelhinhas com o mel
andam no céu a esvoaçar
porque essa é a época de florescer
assim como no amor se espera.
Olhando um céu sem sol
também nos faz encantar
as árvores num baloiço
é o Outono a chegar
o vento rodopia as folhas
anda tudo num vai e vem
o vento é malandro
ninguém o detém
seja em qualquer altura
mas é no Outono
que ele tem doce formosura.
Um dia sem sol
e carregado de nuvens escuras
são assim os dias de Inverno
e sem grande beleza
mas são em noites muito escuras que as
estrelas e a lua mais brilham de alegria
as estrelas nos dão sonhos
a lua a companhia.
O céu está azul brilhante
uma criança a sorrir
o sol o mais quente e radiante
é o Verão a sorrir
mas que belo tempo de sonho
deveria ser sempre assim
as pessoas estão nas praia
as rosas no jardim.
E este é o tempo maravilhoso
que dá alegria e muito tempo para sonhar
é que as estações são tão grandes
que dá tempo para tudo se inventar
e eu invento o que quero realizar
construo tudo na minha fantasia
e sobre tudo sonho com muita paz e amor
muita fraternidade era o que eu queria.
Há outros que preferem tirá-las
numa das outras estações
porque primavera verão outono ou inverno
são variadas as razões.
- Blue Heaven
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Paisagem
Na paisagem da janela,
tela pintada por Deus,
que encerra terra e céu,
me insiro pequenina
carregando os sonhos meus...
Nuvens brancas, céu azul,
terra marrom, verde, amarela...
Fecho os olhos, me transporto,
deixo o chão, ganho a amplidão!
Ando sobre nuvens, brinco com o vento,
danço com as estrelas, converso com Deus,
Volto a ser menina ...
Me visto de luar, irradio luz divina...
Qual um arco íris...
faço um caminho entre a terra e o céu...
e por ele sigo, colorindo o mundo
espalhando cores, valorizando amores!
Besu.
tela pintada por Deus,
que encerra terra e céu,
me insiro pequenina
carregando os sonhos meus...
Nuvens brancas, céu azul,
terra marrom, verde, amarela...
Fecho os olhos, me transporto,
deixo o chão, ganho a amplidão!
Ando sobre nuvens, brinco com o vento,
danço com as estrelas, converso com Deus,
Volto a ser menina ...
Me visto de luar, irradio luz divina...
Qual um arco íris...
faço um caminho entre a terra e o céu...
e por ele sigo, colorindo o mundo
espalhando cores, valorizando amores!
Besu.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O caminho do meio
Teu corpo, o templo do teu espírito, possui centros de
força também chamados chacras, e do bom
funcionamento desses centros,depende a vida desse
mesmo corpo e o equilíbrio do teu espírito.
O passe nada mais é do que a transferência de energias
de um doador para um receptor, é nada mais, nada
menos,do que energias de alguém, com a colaboração
do Plano Espiritual, para um outro alguém.
Mas existem outras formas de passes, os passes da
natureza,os ventos, ah! os bons ventos, quanto bem
fazem para aquele que está receptivo; também o sol,
os perfumes, as cores, a luz suave e polarizada do luar;
também a luz das estrelas, enfim, a natureza é,
e sempre foi, um eterno e perfeito passista,
só que depende de cada um, o receptor deve estar
consciente e receptivo para tudo isso. E como?
Primeiro :
Manter os pensamentos puros, alimentar-se corretamente.
A literatura está cheia de bons trabalhos a respeito.
Trabalhar de forma equilibrada, dando tempo para o
sono reparador e para o lazer; o desequilíbrio posto
provoca o tão falado stress.
A isso tudo chamo caminho do meio.
Muda teu modo de pensar .
O que vemos hoje é uma corrida louca para a matéria e
correr atrás da matéria é correr atrás do nada.
O que vemos hoje e em grande número, são seres
indiferentes,quase autômatos, esquecidos de si mesmos.
Onde há fé ?
Viva cada dia e viva-o bem.
Que a paz esteja convosco.
Besu.
força também chamados chacras, e do bom
funcionamento desses centros,depende a vida desse
mesmo corpo e o equilíbrio do teu espírito.
O passe nada mais é do que a transferência de energias
de um doador para um receptor, é nada mais, nada
menos,do que energias de alguém, com a colaboração
do Plano Espiritual, para um outro alguém.
Mas existem outras formas de passes, os passes da
natureza,os ventos, ah! os bons ventos, quanto bem
fazem para aquele que está receptivo; também o sol,
os perfumes, as cores, a luz suave e polarizada do luar;
também a luz das estrelas, enfim, a natureza é,
e sempre foi, um eterno e perfeito passista,
só que depende de cada um, o receptor deve estar
consciente e receptivo para tudo isso. E como?
Primeiro :
Manter os pensamentos puros, alimentar-se corretamente.
A literatura está cheia de bons trabalhos a respeito.
Trabalhar de forma equilibrada, dando tempo para o
sono reparador e para o lazer; o desequilíbrio posto
provoca o tão falado stress.
A isso tudo chamo caminho do meio.
Muda teu modo de pensar .
O que vemos hoje é uma corrida louca para a matéria e
correr atrás da matéria é correr atrás do nada.
O que vemos hoje e em grande número, são seres
indiferentes,quase autômatos, esquecidos de si mesmos.
Onde há fé ?
Viva cada dia e viva-o bem.
Que a paz esteja convosco.
Besu.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Loucura
Se for loucura, que seja...
Quero ser a mais louca...
Entregar-me ao incerto...
Ir para qualquer caminho...
Se for para se perder...
Jogo minha bússola fora...
Queimo meus mapas...
E guio-me por ti estrela...
Louca, sim, estou...
Louca de vontade de me perder em seus bosques...
Ardendo a cada vez que penso em seu calor..
É fulminante pensar nos seus rios...
Desconcentra-me e desconserta ao todo...
Chão some, os pensamentos ficam turvos..
Despedaça-me ao lembrar dos pássaros...
Não vejo sentido... não vejo porque.
Não quero sentido... não quero porque.
Quero só ser, estar, sentir, viver...
Estar perdida na loucura que é te ter
mãe natureza iluminada...
Besu.
Quero ser a mais louca...
Entregar-me ao incerto...
Ir para qualquer caminho...
Se for para se perder...
Jogo minha bússola fora...
Queimo meus mapas...
E guio-me por ti estrela...
Louca, sim, estou...
Louca de vontade de me perder em seus bosques...
Ardendo a cada vez que penso em seu calor..
É fulminante pensar nos seus rios...
Desconcentra-me e desconserta ao todo...
Chão some, os pensamentos ficam turvos..
Despedaça-me ao lembrar dos pássaros...
Não vejo sentido... não vejo porque.
Não quero sentido... não quero porque.
Quero só ser, estar, sentir, viver...
Estar perdida na loucura que é te ter
mãe natureza iluminada...
Besu.
sábado, 16 de outubro de 2010
Uma Estrada Tortuosa
O coração humano é uma estrada tortuosa e cheia de atalhos, é um longo e estranho caminho.
Quando se pensa ter chegado ao destino, descobre-se que sequer saímos do lugar.
Quando se quer estacionar, parar ou descansar, descobre-se que lá fora chove e faz frio.
Nessa estrada há um vento que sopra forte, que levanta o pó e que te impede de enxergar.
Andamos por ela como cegos tateantes, como errantes desconhecidos, tropeçamos entre nós, nos tocamos, nos amamos, apaixonamo-nos e odiamo-nos, rimos e choramos, mas não podemos parar .
Nos arranhamos nos espinhos na beira dos caminhos, somos socorridos por outros corações também aflitos, descobrimos doçura em meio ao vento e amargor na calmaria.
Descobrimos desconhecidos e amamos o que desconhecemos.
Encontramos os perdidos e nos perdemos em nós mesmos.
Estranha estrada é essa , estranhos caminhos há em nossos corações, estranhos invasores, estranháveis afetos, estranhos amores, estranhíssimos caminhos, estranhos , estranháveis estranhíssimos, são todos esses que caminham por aí.
O coração humano é mesmo um desconhecido caminho de dor e de prazeres, de desejos e torturas, de sonhos e realidades, de angústias e temores.
Mas ainda assim, deliciosa é a caminhada e a esperança de um dia chegar ao fim.
-Muyrá
Quando se pensa ter chegado ao destino, descobre-se que sequer saímos do lugar.
Quando se quer estacionar, parar ou descansar, descobre-se que lá fora chove e faz frio.
Nessa estrada há um vento que sopra forte, que levanta o pó e que te impede de enxergar.
Andamos por ela como cegos tateantes, como errantes desconhecidos, tropeçamos entre nós, nos tocamos, nos amamos, apaixonamo-nos e odiamo-nos, rimos e choramos, mas não podemos parar .
Nos arranhamos nos espinhos na beira dos caminhos, somos socorridos por outros corações também aflitos, descobrimos doçura em meio ao vento e amargor na calmaria.
Descobrimos desconhecidos e amamos o que desconhecemos.
Encontramos os perdidos e nos perdemos em nós mesmos.
Estranha estrada é essa , estranhos caminhos há em nossos corações, estranhos invasores, estranháveis afetos, estranhos amores, estranhíssimos caminhos, estranhos , estranháveis estranhíssimos, são todos esses que caminham por aí.
O coração humano é mesmo um desconhecido caminho de dor e de prazeres, de desejos e torturas, de sonhos e realidades, de angústias e temores.
Mas ainda assim, deliciosa é a caminhada e a esperança de um dia chegar ao fim.
-Muyrá
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Isto tudo é Primavera!
Os pássaros bailam no céu
Num cenário de esplendor
Cantos alegres entoam
Saudando a estação do amor,
É a primavera surgindo...
Envolta em sonho e magia
A relva em flores se abrindo
Momentos de eterna poesia!
O sol que de longe assiste
Com seus raios fulgurantes
Ao cenário não resiste...
Surge no céu nesse instante
Para surpresa e deleite
Desses verdejantes prados
Repletos de copos-de-leite
De gotas de orvalho molhados.
Primavera tão sonhada
Prelúdio de encanto e de cores
A esperança é renovada
Renascem muitos amores,
Há mais beleza e ternura
Campos plácidos, floridos...
Que trazem de volta a candura
Dos tempos outrora vividos.
Brotaram cravos e rosas
Açucenas e jasmins
Tulipas mais suntuosas
Ornamentando os jardins,
Dando pouso às borboletas
Inquietas e cativantes
Que voam em meio às violetas
Num matizado constante.
Contemplo a alvura do lírio
O viço incomum das bromélias
Beija-flores em delírio
Acariciando as camélias,
É a natureza que empresta
Seus folguedos multicores
Numa homenagem modesta
À eterna estação das flores!
Tamanha grandeza culmina
Com o cândido céu azulado
Da tarde que aos poucos termina.
Gaivotas exibem o bailado
Ao mar que a tudo observa
Com murmúrios orgulhosos,
Pois com magia conserva
Seus encantos imperiosos.
Surge a noite e encobre os campos
Lua e estrelas ela traz
É a vez dos pirilampos
As flores repousam em paz
Para amanhã bem cedinho
Ressurgirem mais formosas
Num brinde de puro carinho
À eterna estação das rosas!
- Lourdes Cúrcio
Num cenário de esplendor
Cantos alegres entoam
Saudando a estação do amor,
É a primavera surgindo...
Envolta em sonho e magia
A relva em flores se abrindo
Momentos de eterna poesia!
O sol que de longe assiste
Com seus raios fulgurantes
Ao cenário não resiste...
Surge no céu nesse instante
Para surpresa e deleite
Desses verdejantes prados
Repletos de copos-de-leite
De gotas de orvalho molhados.
Primavera tão sonhada
Prelúdio de encanto e de cores
A esperança é renovada
Renascem muitos amores,
Há mais beleza e ternura
Campos plácidos, floridos...
Que trazem de volta a candura
Dos tempos outrora vividos.
Brotaram cravos e rosas
Açucenas e jasmins
Tulipas mais suntuosas
Ornamentando os jardins,
Dando pouso às borboletas
Inquietas e cativantes
Que voam em meio às violetas
Num matizado constante.
Contemplo a alvura do lírio
O viço incomum das bromélias
Beija-flores em delírio
Acariciando as camélias,
É a natureza que empresta
Seus folguedos multicores
Numa homenagem modesta
À eterna estação das flores!
Tamanha grandeza culmina
Com o cândido céu azulado
Da tarde que aos poucos termina.
Gaivotas exibem o bailado
Ao mar que a tudo observa
Com murmúrios orgulhosos,
Pois com magia conserva
Seus encantos imperiosos.
Surge a noite e encobre os campos
Lua e estrelas ela traz
É a vez dos pirilampos
As flores repousam em paz
Para amanhã bem cedinho
Ressurgirem mais formosas
Num brinde de puro carinho
À eterna estação das rosas!
- Lourdes Cúrcio
domingo, 12 de setembro de 2010
Vida
Pelas ruas da cidade pessoas andam no vai e vem
Vem o cair da tarde, vão nos seus passos como reféns
De uma vida sem saída, vida sem vida, mal ou bem
Pelos bancos desses parques ninguém se toca sem perceber
Que onde o sol se esconde o horizonte tenta dizer
Que há sempre um novo dia, a cada dia, em cada ser
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos, e dar de si, além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Pelos becos, pelos bares, pelos lugares que ninguém vê
Há sempre alguém querendo uma esperança, sobreviver
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser, de ter
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos, e dar de si, além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser, de ter
Talvez quem sabe por esta cidade passe um anjo
E por encanto abra suas asas sobre os homens
E dê vontade de se dar aos outros sem medida
A qualidade de poder viver vida, vida
Vida... Vida.
- Fábio de Melo
Vem o cair da tarde, vão nos seus passos como reféns
De uma vida sem saída, vida sem vida, mal ou bem
Pelos bancos desses parques ninguém se toca sem perceber
Que onde o sol se esconde o horizonte tenta dizer
Que há sempre um novo dia, a cada dia, em cada ser
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos, e dar de si, além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Pelos becos, pelos bares, pelos lugares que ninguém vê
Há sempre alguém querendo uma esperança, sobreviver
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser, de ter
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos, e dar de si, além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser, de ter
Talvez quem sabe por esta cidade passe um anjo
E por encanto abra suas asas sobre os homens
E dê vontade de se dar aos outros sem medida
A qualidade de poder viver vida, vida
Vida... Vida.
- Fábio de Melo
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Afinal, o que é a Paz?
• A Paz não é apenas a ausência de guerra entre os
países, não é uma bandeira branca, mas sim uma
consciência limpa. Paz é garantir que todas as
pessoas tenham moradia, comida, roupa, educação,
saúde, amor compreensão, ou seja, boa qualidade de
vida. Paz é cuidar do ambiente em que vivemos, garantir
a boa qualidade de água, o saneamento básico, a despoluição do ar, o bom aproveitamento da terra.
Paz é buscar a serenidade dentro da gente para viver com alegria os bons momentos, ter força e boas idéias para enfrentar os problemas e resolver as dificuldades. Isso tudo sem precisar fugir. Acima de tudo, PAZ é criar um clima de harmonia e bem-estar na família e na comunidade, lembrando-se sempre de que onde há amor, há paz; onde há paz, há Deus; onde há Deus, nada falta.
Besu.
países, não é uma bandeira branca, mas sim uma
consciência limpa. Paz é garantir que todas as
pessoas tenham moradia, comida, roupa, educação,
saúde, amor compreensão, ou seja, boa qualidade de
vida. Paz é cuidar do ambiente em que vivemos, garantir
a boa qualidade de água, o saneamento básico, a despoluição do ar, o bom aproveitamento da terra.
Paz é buscar a serenidade dentro da gente para viver com alegria os bons momentos, ter força e boas idéias para enfrentar os problemas e resolver as dificuldades. Isso tudo sem precisar fugir. Acima de tudo, PAZ é criar um clima de harmonia e bem-estar na família e na comunidade, lembrando-se sempre de que onde há amor, há paz; onde há paz, há Deus; onde há Deus, nada falta.
Besu.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Plantas
A sabedoria do homem está muito distante de contemplar e desvendar os mistérios das plantas.
Sabem por quê?
Porque lhes falta amor e sensibilidade no coração.
Há que se fazer revoluções. Há que se estudar. Há que se observar e se harmonizar interiormente com Deus para que se possa desvendar um pouco do mistério que encerra as matas.
E saber que a cura de todo o mal físico, dentro das matas verdejantes, pulsa.
E saber que fontes inesgotáveis de energia são abatidas, sem nenhuma compreensão do seu real valor.
E saber que gnomos e fadas desfalecem diante da brutalidade, da ganância e do capricho de muitos que, se não conseguem sequer visualizar o verde das folhas, quanto mais o gérmen, o néctar que dos troncos são manipulados e amparados com amor e zelo por esses benfeitores seres das florestas.
E saber que daqui há alguns anos, bem poucos anos, o homem terá gasto boa parte do seu tempo em destruir. E destruir o que não teve tempo e nem vontade de conhecer.
Quando não houverem mais árvores e flores, haverão museus a trazer longínquas lembranças do que foi o planeta. E aí, então, quando tudo estiver destruído, o homem, com a dor já presente há muito em seu ser pelos erros do passado, sentirá uma vontade enorme de aprender.
Mas o que lhe valerá a vontade?
O que lhe valerá o aprendizado, se ele estará morto para o planeta?
Besu.
Sabem por quê?
Porque lhes falta amor e sensibilidade no coração.
Há que se fazer revoluções. Há que se estudar. Há que se observar e se harmonizar interiormente com Deus para que se possa desvendar um pouco do mistério que encerra as matas.
E saber que a cura de todo o mal físico, dentro das matas verdejantes, pulsa.
E saber que fontes inesgotáveis de energia são abatidas, sem nenhuma compreensão do seu real valor.
E saber que gnomos e fadas desfalecem diante da brutalidade, da ganância e do capricho de muitos que, se não conseguem sequer visualizar o verde das folhas, quanto mais o gérmen, o néctar que dos troncos são manipulados e amparados com amor e zelo por esses benfeitores seres das florestas.
E saber que daqui há alguns anos, bem poucos anos, o homem terá gasto boa parte do seu tempo em destruir. E destruir o que não teve tempo e nem vontade de conhecer.
Quando não houverem mais árvores e flores, haverão museus a trazer longínquas lembranças do que foi o planeta. E aí, então, quando tudo estiver destruído, o homem, com a dor já presente há muito em seu ser pelos erros do passado, sentirá uma vontade enorme de aprender.
Mas o que lhe valerá a vontade?
O que lhe valerá o aprendizado, se ele estará morto para o planeta?
Besu.
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